segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
George Orwell
A Fraternidade não pode ser destruída, porque não é uma organização no sentido habitual do termo. A sua coesão assenta apenas numa coisa: uma ideia, uma ideia indestrutível. Nunca haverá nada que vos ampare, excepto essa ideia. (...) Vocês terão de se habituar a viver sem resultados nem esperança. (...) Convençam-se de que é improvável virem a ocorrer mudanças perceptíveis durante a vossa vida. Nós somos os mortos. A nossa única vida autêntica está no futuro. Viveremos essa vida como uma mão cheia de pó e estilhaços de ossos. Mas ninguém sabe quando virá esse futuro. Até pode ser daqui a mil anos. De momento nada podemos fazer senão alargar a pouco e pouco os espaços de saúde mental. Impossível agir colectivamente. Só podemos difundir o nosso conhecimento indivíduo a indivíduo, geração após geração.
In "1984", George Orwell (adaptado)
In "1984", George Orwell (adaptado)
As reformas Douradas
"Este ano, o número de reformados com mais de 4 mil euros subiu 7,4 por cento.
O número de beneficiários da Caixa Geral de Aposentações com pensões mensais acima de quatro mil euros mantém um ritmo de crescimento imparável: só este ano reformaram-se 256 funcionários do Estado com reformas douradas, escreve o «Correio da Manhã».
Desde 1997, segundo dados da CGA, o número de indivíduos com pensões daquela ordem de grandeza cresceu 596%, uma média de 317 novos reformados milionários por ano. Ao todo, desde 1997, a CGA já atribuiu pensões de luxo a 3.710 pessoas, universo que representa um acréscimo de 7,4% face ao ano passado."
Índio gostava de saber quem são esses tais 3.710 ilustres e a "obra" que deixaram como legado para as futuras gerações (leia-se gerações e não descendência).
Mais uma prova de que esses caras pálidos em vez de "servir" - "servem-se", em vez de "governar" - "governam-se".
O número de beneficiários da Caixa Geral de Aposentações com pensões mensais acima de quatro mil euros mantém um ritmo de crescimento imparável: só este ano reformaram-se 256 funcionários do Estado com reformas douradas, escreve o «Correio da Manhã».
Desde 1997, segundo dados da CGA, o número de indivíduos com pensões daquela ordem de grandeza cresceu 596%, uma média de 317 novos reformados milionários por ano. Ao todo, desde 1997, a CGA já atribuiu pensões de luxo a 3.710 pessoas, universo que representa um acréscimo de 7,4% face ao ano passado."
Índio gostava de saber quem são esses tais 3.710 ilustres e a "obra" que deixaram como legado para as futuras gerações (leia-se gerações e não descendência).
Mais uma prova de que esses caras pálidos em vez de "servir" - "servem-se", em vez de "governar" - "governam-se".
sábado, 1 de dezembro de 2007
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