Iza
Ich fühlen dich
Gib mir kraft
Ich werde immer bei dir sein
Und du sollst teil des ganzen sein
Ohne dich ich auch allein
Mein herz brennt
Kann ich nicht sein ohne dich
Halt mich mit tausend armen fest
zerrt mich in ihr liebesnest
Vom Konhama die Iza,
Ich bin so verliebt
sexta-feira, 20 de junho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
Anónimo
Foi uma boa surpresa que tive ao verificar as "etiquetas" do meu último "post" e descobrir diversos "posts" semelhantes nos temas abordados e com a mesma linha de pensamento. O holocausto retratado no livro de Américo Cardoso Botelho não deixa ninguem indiferente.
Contudo o tema deste "post" é outro, o anonimato, ferozmente atacado por Miguel Sousa Tavares numa crónica do semanário "expresso" onde retrata os "blogs" anónimos que proliferam na rede como uma fonte de maldizer gratuito, perjurio e mentiras orquestradas ao abrigo desse mesmo anonimato. Miguel Sousa Tavares tem a felicidade de ser originário de um pais onde a tolerância e a liberdade de expressão são um dado adquirido, e onde, mesmo sendo lesivas aos interesses pessoais ou de estado, essas afirmações são toleradas. Miguel Sousa Tavares não corre o risco de ser vítima de repressão fruto das suas opiniões. Gostaria de lembrar o caso "José Lello", para dar continuidade ao último "post" e para demonstrar que o anonimato pode ser, em alguns casos, a forma de se conservar a vida e a liberdade. Este caso remonta a Novembro de 2007 e transcrevo:
"Cabinda - José Fernando Lello, correspondente da radio Voz da América (VOA) em Cabinda foi «raptado por indivíduos fardados e fortemente armados, pertencentes às Forças Armadas de Angola (FAA)» esta quinta-feira, 15 de Novembro, denunciou o activista cívico, Raul Danda.
«Na quinta-feira, 15 de Novembro de 2007, José Fernando Lello, correspondente da Voz da América em Cabinda e colaborador da empresa Algoa, empreiteira subcontratada pela Chevron, no Malongo, foi raptado por indivíduos fardados e fortemente armados, pertencentes às FAA, entre os quais estaria o Comandante da Força Aérea destacado na Planície do Malembo e um oficial afecto ao Tribunal Militar de Cabinda» denunciou Raul Danda. Segundo o activista cívico os raptores chegaram de manhã ao «Gate I», portão de entrada n/o 1 do campo petrolífero do Malongo, transportados por duas viaturas, uma das quais de marca Toyota Land Cruiser, da unidade da Polícia Militar, «para levarem a cabo a sua missão contaram com a colaboração dos efectivos da Tele-Service, segurança privada encarregue da protecção do campo».Por volta das 10 horas, Fernando Lello, que pretendia deslocar-se à cidade de Tchiowa, capital de Cabinda, em companhia de um colega de serviço, apenas identificado por Kazy, foi interpelado por uma agente da Tele-Service, que pediu insistentemente que Lello não saísse do perímetro do Campo sem antes conversar com os «visitantes» que, entretanto, tinham ocupado o gabinete operacional da Tele-Service. «Enquanto Kazy esperava, Fernando Lello foi conduzido ao referido gabinete onde o azar o esperava. Depois daí, ninguém mais veria nem ouviria o jornalista, levado à força para destino desconhecido» afirmou Raul Danda.«Os raptores ainda chamaram o Supervisor directo de Lello, o cidadão português Victor Ramos, a quem quase ordenaram que despedisse a sua vítima, tendo-lhe, em seguida, entregue as chaves do seu carro pessoal. Em seguida, o jornalista foi conduzido para fora do Malongo e transportado sorrateiramente para Luanda, tendo sido imediatamente conduzido à Cadeia do São Paulo. A família, em Cabinda, passou grandes momentos de tormento, pois a informação relativa à localização do Lello só foi obtida na sexta-feira, já no final do dia».Contactado por alguns familiares, o supervisor Victor Ramos, teria dito que os militares mostraram-lhe um «mandado de captura» contra Fernando Lello, uma informação que, até ao momento, não pôde ser verificada.Fontes que contactaram Fernando Lello na cadeia onde está detido, disseram que ele é acusado de ser «promotor» de uma suposta rebelião em Cabinda.Segundo Raul Danda a situação das liberdades individuais em Cabinda «deteriorou-se consideravelmente, após a assinatura do dito Memorando de Entendimento entre Bento Bembe e o Governo Angolano, multiplicando-se os casos de prisões arbitrárias e os actos de intimidação e de espancamento dos cidadãos de Cabinda».
Em Setembro de 2007, o relatório da Amnistia Internacional (AI) denunciava que em Maio de 2006, agentes da polícia prenderam e detiveram brevemente Fernando Lello, quando este tirou fotos de agentes da polícia a espancar membros de uma congregação católica que assistiam a uma missa de reconciliação especial na catedral da cidade de Cabinda. Segundo a AI Fernando Lello foi conduzido à Direcção Provincial de Investigação Criminal (DPIC), onde a sua câmara e gravador foram confiscados «e ele foi alegadamente espancado». Cerca das 15h30, seis horas após a sua prisão, Fernando Lello foi libertado sem culpa formada. Embora ele recebesse, mais tarde, o seu gravador, a câmara não lhe foi devolvida pela DPIC, não obstante inúmeros pedidos. Fernando Lello informou a Amnistia Internacional de que, no dia 28 de Setembro de 2006, no seguimento de queixas dele, por escrito, ao Ministério do Interior, o ministério enviou uma delegação de inspectores da Polícia Nacional de Luanda a Cabinda, a fim de investigarem o seu caso. Segundo Fernando Lello declarou à AI, a delegação afirmou que a sua detenção tinha sido ilegal e uma violação dos seus direitos. Contudo, apesar desta afirmação, não houve aparentemente qualquer processo disciplinar contra qualquer agente da polícia e não foi oferecida qualquer compensação a Fernando Lello.
(c) PNN Portuguese News Network"
Este caso nunca foi divulgado nos "media" como a sua importancia o exige, e é a prova de que os interesses estão acima da condição humana.
Eu opto pelo anonimato para não sofrer represálias derivadas do pensamento divergente com os actuais padrões da sociedade dita moderna. Reconheço alguma razão nas palavras de Miguel Sousa Tavares, mas considero positivo para a liberdade de expressão a proliferação de "blogs" e lembro que cabe-nos a escolha de ler aqueles que nos possam adicionar algo e ignorar aqueles que usam e abusam do maldizer gratuito ou os que simplesmente não merecem qualquer tipo de credebilidade, sejam anónimos ou não. Devemos ignorar a obra de Fernando Pessoa na forma dos seus heterónimos? Julgo que não...
Estamos fartos dos senhores donos da razão!
Termino a desejar um feliz dia do pai, para aqueles que podem estar na companhia dos seus filhos e coragem para os restantes.
A liberdade não existe como nos querem fazer crer.
Contudo o tema deste "post" é outro, o anonimato, ferozmente atacado por Miguel Sousa Tavares numa crónica do semanário "expresso" onde retrata os "blogs" anónimos que proliferam na rede como uma fonte de maldizer gratuito, perjurio e mentiras orquestradas ao abrigo desse mesmo anonimato. Miguel Sousa Tavares tem a felicidade de ser originário de um pais onde a tolerância e a liberdade de expressão são um dado adquirido, e onde, mesmo sendo lesivas aos interesses pessoais ou de estado, essas afirmações são toleradas. Miguel Sousa Tavares não corre o risco de ser vítima de repressão fruto das suas opiniões. Gostaria de lembrar o caso "José Lello", para dar continuidade ao último "post" e para demonstrar que o anonimato pode ser, em alguns casos, a forma de se conservar a vida e a liberdade. Este caso remonta a Novembro de 2007 e transcrevo:
"Cabinda - José Fernando Lello, correspondente da radio Voz da América (VOA) em Cabinda foi «raptado por indivíduos fardados e fortemente armados, pertencentes às Forças Armadas de Angola (FAA)» esta quinta-feira, 15 de Novembro, denunciou o activista cívico, Raul Danda.
«Na quinta-feira, 15 de Novembro de 2007, José Fernando Lello, correspondente da Voz da América em Cabinda e colaborador da empresa Algoa, empreiteira subcontratada pela Chevron, no Malongo, foi raptado por indivíduos fardados e fortemente armados, pertencentes às FAA, entre os quais estaria o Comandante da Força Aérea destacado na Planície do Malembo e um oficial afecto ao Tribunal Militar de Cabinda» denunciou Raul Danda. Segundo o activista cívico os raptores chegaram de manhã ao «Gate I», portão de entrada n/o 1 do campo petrolífero do Malongo, transportados por duas viaturas, uma das quais de marca Toyota Land Cruiser, da unidade da Polícia Militar, «para levarem a cabo a sua missão contaram com a colaboração dos efectivos da Tele-Service, segurança privada encarregue da protecção do campo».Por volta das 10 horas, Fernando Lello, que pretendia deslocar-se à cidade de Tchiowa, capital de Cabinda, em companhia de um colega de serviço, apenas identificado por Kazy, foi interpelado por uma agente da Tele-Service, que pediu insistentemente que Lello não saísse do perímetro do Campo sem antes conversar com os «visitantes» que, entretanto, tinham ocupado o gabinete operacional da Tele-Service. «Enquanto Kazy esperava, Fernando Lello foi conduzido ao referido gabinete onde o azar o esperava. Depois daí, ninguém mais veria nem ouviria o jornalista, levado à força para destino desconhecido» afirmou Raul Danda.«Os raptores ainda chamaram o Supervisor directo de Lello, o cidadão português Victor Ramos, a quem quase ordenaram que despedisse a sua vítima, tendo-lhe, em seguida, entregue as chaves do seu carro pessoal. Em seguida, o jornalista foi conduzido para fora do Malongo e transportado sorrateiramente para Luanda, tendo sido imediatamente conduzido à Cadeia do São Paulo. A família, em Cabinda, passou grandes momentos de tormento, pois a informação relativa à localização do Lello só foi obtida na sexta-feira, já no final do dia».Contactado por alguns familiares, o supervisor Victor Ramos, teria dito que os militares mostraram-lhe um «mandado de captura» contra Fernando Lello, uma informação que, até ao momento, não pôde ser verificada.Fontes que contactaram Fernando Lello na cadeia onde está detido, disseram que ele é acusado de ser «promotor» de uma suposta rebelião em Cabinda.Segundo Raul Danda a situação das liberdades individuais em Cabinda «deteriorou-se consideravelmente, após a assinatura do dito Memorando de Entendimento entre Bento Bembe e o Governo Angolano, multiplicando-se os casos de prisões arbitrárias e os actos de intimidação e de espancamento dos cidadãos de Cabinda».
Em Setembro de 2007, o relatório da Amnistia Internacional (AI) denunciava que em Maio de 2006, agentes da polícia prenderam e detiveram brevemente Fernando Lello, quando este tirou fotos de agentes da polícia a espancar membros de uma congregação católica que assistiam a uma missa de reconciliação especial na catedral da cidade de Cabinda. Segundo a AI Fernando Lello foi conduzido à Direcção Provincial de Investigação Criminal (DPIC), onde a sua câmara e gravador foram confiscados «e ele foi alegadamente espancado». Cerca das 15h30, seis horas após a sua prisão, Fernando Lello foi libertado sem culpa formada. Embora ele recebesse, mais tarde, o seu gravador, a câmara não lhe foi devolvida pela DPIC, não obstante inúmeros pedidos. Fernando Lello informou a Amnistia Internacional de que, no dia 28 de Setembro de 2006, no seguimento de queixas dele, por escrito, ao Ministério do Interior, o ministério enviou uma delegação de inspectores da Polícia Nacional de Luanda a Cabinda, a fim de investigarem o seu caso. Segundo Fernando Lello declarou à AI, a delegação afirmou que a sua detenção tinha sido ilegal e uma violação dos seus direitos. Contudo, apesar desta afirmação, não houve aparentemente qualquer processo disciplinar contra qualquer agente da polícia e não foi oferecida qualquer compensação a Fernando Lello.
(c) PNN Portuguese News Network"
Este caso nunca foi divulgado nos "media" como a sua importancia o exige, e é a prova de que os interesses estão acima da condição humana.
Eu opto pelo anonimato para não sofrer represálias derivadas do pensamento divergente com os actuais padrões da sociedade dita moderna. Reconheço alguma razão nas palavras de Miguel Sousa Tavares, mas considero positivo para a liberdade de expressão a proliferação de "blogs" e lembro que cabe-nos a escolha de ler aqueles que nos possam adicionar algo e ignorar aqueles que usam e abusam do maldizer gratuito ou os que simplesmente não merecem qualquer tipo de credebilidade, sejam anónimos ou não. Devemos ignorar a obra de Fernando Pessoa na forma dos seus heterónimos? Julgo que não...
Estamos fartos dos senhores donos da razão!
Termino a desejar um feliz dia do pai, para aqueles que podem estar na companhia dos seus filhos e coragem para os restantes.
A liberdade não existe como nos querem fazer crer.
sábado, 14 de junho de 2008
Holocausto
Algumas luas depois do último post, Índio regressa ao seu espaço virtual para comentar um assunto ainda actual e de importância universal.
Estas últimas semanas foram dedicadas à leitura, o espírito de aventura de Manuel Martins e o relato da sua odisseia marítima em "Todos os ventos do mundo", livro que recomendo a todos os adolescentes lusófonos e o impressionante relato de Américo Cardoso Botelho, o "Holocausto em Angola", experiências vividas na primeira pessoa, um testemunho vivo dos acontecimentos que antecederam a independencia e os primeiros passos da jovem nação até aos dias de hoje.
É impossível ficar indiferente a este livro, à crua realidade nele retratada, uma compilação dos mais diversos crimes contra a humanidade, das mais hediondas humilhações a que se pode sujeitar o ser humano às mãos de verdadeiros demónios despidos de todo o tipo de sentimentos humanos. Estes demónios, que hoje ocupam os mais variados lugares de destaque na sociedade Angolana, dirigentes políticos, gestores de empresas "públicas", diplomatas em paises da União Europeia, escritores e "intelectuais" foram movidos a praticar este holocausto aniquilador contra os seus próprios irmãos pelas mais dispersas razões que vão da simples diferença de opinião política à cobiça de bens materiais das vítimas, à cobiça das suas mulheres, ou o simples prazer de matar por matar como se de um desporto se tratasse.
Esta "característica" forma de actuar perdura até aos dias de hoje, crimes perpétuados sempre tendo como pano de fundo a tristemente célebre cadeia de S. Paulo em Luanda. (Voltarei a este tema em outro "post" ainda em edição).
Este holocausto falado em Português tem como maestro a figura de Agostinho Neto, o conhecido "líder" pós-independencia influenciado por Russos, Cubanos e outros nacionais de antigos paises da esfera soviética do leste europeu.
Existe hoje em Lisboa uma rua que ostenta o nome deste "ilustre", discriminando outros semelhantes (Adolf Hitler, Josef Estaline, Slobodan Milošević e o recente Robert Mugabe). Seria então justo receber indicações de um taxista Lisboeta da seguinte forma: "- Desce a rua Agostinho Neto, vira à direita na Adolfo Hitler até à praça Estaline... Sim aquela praça com a estátua do Mugabe no centro, e é logo ali em frente ao jardim Milošević".
Ao ler a placa que ostenta o nome de tal personagem numa rua de Lisboa ocorre-me sempre à memória a sua ordem para eliminar os opositores do "seu" MPLA, da qual destaco a morte de Sita Valles, que juntamente com outras quatro mulheres foi maquiavélicamente violada e abandonada a uma morte lenta e agonizante provocada por uma hemorragia de um cobarde tiro na vagina. A extensa lista de "requintes" semelhantes está coligida no livro de Américo Cardoso Botelho, não recomendável a pessoas sensíveis.
Pessoa sensível será certamente o Sr Eng. Mira Amaral, ao aceitar representar em Portugal o BIC de capital Angolano, presumo que não lhe cause qualquer insónia a origem do dinheiro nem o hostil interesse que o mesmo representa, para este ex ministro de já longo curriculum de cargos públicos o dinheiro, mesmo manchado de sangue e fome, no fundo é sempre verde.
A mesma sensibilidade demonstrada pelo BES no célebre incidente com o convidado Bob Geldof, que formou a sua opinião apenas pelo que viu recentemente em Luanda, duvido que o Bob tenha lido o livro referido anteriormente. São poucos os homens com a independencia, coragem e liberdade suficientes para se expressarem como fez Bob Geldof na cara dos senhores engravatados, ofendidos e melindrados. Tal como B. Geldof, muitos outros se mostram fartos do actual rumo da humanidade. Cabe a cada um de nós fazer a escolha de que lado da barricada queremos ficar. A idade do capital atinge hoje o seu auge mas o seu fim já se avista, tenho esperança nas gerações que preocupam os políticos de hoje, essa divergência é no meu ponto de vista positiva e abonatória das novas gerações.
Termino com um vídeo cuja letra espelha esses sentimentos e que neste caso se aplica como uma luva. 70 anos depois do primeiro holocausto mediático a humanidade nada assimilou a avaliar pela passividade das Nações Unidas. Outros holocaustos se avizinham, Africa do Sul, Zimbabwe, Darfur em ebulição. Nós já temos um falado em Português...
http://www.youtube.com/watch?v=7ghqoYxmaUE
Agostinho Neto arde no inferno...
Estas últimas semanas foram dedicadas à leitura, o espírito de aventura de Manuel Martins e o relato da sua odisseia marítima em "Todos os ventos do mundo", livro que recomendo a todos os adolescentes lusófonos e o impressionante relato de Américo Cardoso Botelho, o "Holocausto em Angola", experiências vividas na primeira pessoa, um testemunho vivo dos acontecimentos que antecederam a independencia e os primeiros passos da jovem nação até aos dias de hoje.
É impossível ficar indiferente a este livro, à crua realidade nele retratada, uma compilação dos mais diversos crimes contra a humanidade, das mais hediondas humilhações a que se pode sujeitar o ser humano às mãos de verdadeiros demónios despidos de todo o tipo de sentimentos humanos. Estes demónios, que hoje ocupam os mais variados lugares de destaque na sociedade Angolana, dirigentes políticos, gestores de empresas "públicas", diplomatas em paises da União Europeia, escritores e "intelectuais" foram movidos a praticar este holocausto aniquilador contra os seus próprios irmãos pelas mais dispersas razões que vão da simples diferença de opinião política à cobiça de bens materiais das vítimas, à cobiça das suas mulheres, ou o simples prazer de matar por matar como se de um desporto se tratasse.
Esta "característica" forma de actuar perdura até aos dias de hoje, crimes perpétuados sempre tendo como pano de fundo a tristemente célebre cadeia de S. Paulo em Luanda. (Voltarei a este tema em outro "post" ainda em edição).
Este holocausto falado em Português tem como maestro a figura de Agostinho Neto, o conhecido "líder" pós-independencia influenciado por Russos, Cubanos e outros nacionais de antigos paises da esfera soviética do leste europeu.
Existe hoje em Lisboa uma rua que ostenta o nome deste "ilustre", discriminando outros semelhantes (Adolf Hitler, Josef Estaline, Slobodan Milošević e o recente Robert Mugabe). Seria então justo receber indicações de um taxista Lisboeta da seguinte forma: "- Desce a rua Agostinho Neto, vira à direita na Adolfo Hitler até à praça Estaline... Sim aquela praça com a estátua do Mugabe no centro, e é logo ali em frente ao jardim Milošević".
Ao ler a placa que ostenta o nome de tal personagem numa rua de Lisboa ocorre-me sempre à memória a sua ordem para eliminar os opositores do "seu" MPLA, da qual destaco a morte de Sita Valles, que juntamente com outras quatro mulheres foi maquiavélicamente violada e abandonada a uma morte lenta e agonizante provocada por uma hemorragia de um cobarde tiro na vagina. A extensa lista de "requintes" semelhantes está coligida no livro de Américo Cardoso Botelho, não recomendável a pessoas sensíveis.
Pessoa sensível será certamente o Sr Eng. Mira Amaral, ao aceitar representar em Portugal o BIC de capital Angolano, presumo que não lhe cause qualquer insónia a origem do dinheiro nem o hostil interesse que o mesmo representa, para este ex ministro de já longo curriculum de cargos públicos o dinheiro, mesmo manchado de sangue e fome, no fundo é sempre verde.
A mesma sensibilidade demonstrada pelo BES no célebre incidente com o convidado Bob Geldof, que formou a sua opinião apenas pelo que viu recentemente em Luanda, duvido que o Bob tenha lido o livro referido anteriormente. São poucos os homens com a independencia, coragem e liberdade suficientes para se expressarem como fez Bob Geldof na cara dos senhores engravatados, ofendidos e melindrados. Tal como B. Geldof, muitos outros se mostram fartos do actual rumo da humanidade. Cabe a cada um de nós fazer a escolha de que lado da barricada queremos ficar. A idade do capital atinge hoje o seu auge mas o seu fim já se avista, tenho esperança nas gerações que preocupam os políticos de hoje, essa divergência é no meu ponto de vista positiva e abonatória das novas gerações.
Termino com um vídeo cuja letra espelha esses sentimentos e que neste caso se aplica como uma luva. 70 anos depois do primeiro holocausto mediático a humanidade nada assimilou a avaliar pela passividade das Nações Unidas. Outros holocaustos se avizinham, Africa do Sul, Zimbabwe, Darfur em ebulição. Nós já temos um falado em Português...
http://www.youtube.com/watch?v=7ghqoYxmaUE
Agostinho Neto arde no inferno...
Etiquetas:
Agostinho,
Angola,
Bob Geldof,
holocausto,
Mira Amaral,
Neto
Subscrever:
Mensagens (Atom)


