sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Justiça na Somália

Homem apedrejado por adultério
Um homem foi apedrejado até à morte por islamitas no sul da Somália por ter cometido adultério. A namorada, que se encontra grávida, será poupada à morte até ao nascimento do bebé.
Abas Hussein Abdirahman, de 33 anos, foi morto perante uma assistência de 300 pessoas no porto da cidade de Merka, controlada pelos rebeldes islâmicos Shabaab. Uma testemunha contou que "ele estava a gritar e a sangrar da cabeça durante o apedrejamento. Sete minutos depois parou de se mexer".
O condenado confessou em tribunal islâmico ter cometido adultério. A sua namorada terá o mesmo final depois do nascimento do bebé que espera.
A sentença já foi condenada pelo presidente da Somália, Sheik Sharif Sheik Ahmed, que acusou os rebeldes de mancharem a imagem do Islão ao matarem pessoas e discriminarem as mulheres. "As suas acções nada têm a ver com o Islão", afirmou o moderado islamita.
Este caso não é inédito. Só este ano já morreram desta forma duas pessoas pelo mesmo crime. Uma rapariga de 13 anos foi apedrejada até à morte na cidade de Kismayo, apesar de uma organização de direitos humanos ter sustentado que ela tinha sido violada. Já antes, outro homem foi punido com a mesma sentença na região de Lower Shabelle.
No último mês, dois homens foram apedrejados à morte na cidade de Merka, depois de terem sido considerados espiões.
A Somália vive uma crise política com 18 anos de conflitos. Os rebeldes Shabaab controlam algumas regiões do país onde aplicam a ‘sharia', a lei islâmica, com mão de ferro. Os EUA acusam-nos de terem ligações à organização terrorista al-Qaeda.


correio da manhã 6 de Novembro


"As suas acções nada têm a ver com o Islão"
Contudo foram julgados em tribunais islâmicos, ao abrigo da lei islâmica e executados por islamitas. Índio manda apedrejar a religião...

1 comentário:

Anónimo disse...

Coisas que se vão descobrindo sobre o islão.
Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos. e mesmo para com muçulmanos.
Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará. Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islão, e os outros muçulmanos não o saberem.

Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas. Para os muçulmanos não tem valor e é para submeter.
Para o islão, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem. Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé a allah, quando foi o próprio maomé a dizer que allah era o responsável por todo o mal do mundo.

Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam cegos e a não quererem ver o que o islão realmente foi, é e quer ser.
Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islão.

O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a sua maldade.

Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islão, as pessoas boas têm o direito, dever e obrigação de defenderem e construírem o bem.